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O que os eletrólitos no sangue indicam? O que os valores indicam

O mais importante em resumo

Eles aparecem em quase todo resultado de laboratório: sódio, potássio, cálcio e, às vezes, também magnésio e cloreto. Mas o que esses valores de eletrólitos realmente dizem sobre a sua saúde — e o que não dizem?

Os eletrólitos no sangue mostram principalmente quão bem o seu corpo regula o equilíbrio de líquidos, minerais e ácido-base. Eles refletem a função renal, o sistema hormonal e seus hábitos de consumo de líquidos — e são menos um indicador direto de quanto você absorve pela alimentação. Como o corpo mantém esses valores dentro de limites muito estreitos, até mesmo uma pequena alteração é um indício importante. Por outro lado, um valor normal não exclui com segurança uma deficiência nos tecidos — especialmente no caso do magnésio.

É melhor ler este artigo como um guia para entender seu resultado: primeiro, você recebe a resposta curta; depois, as faixas de referência típicas; em seguida, o significado de resultados altos e baixos, valor por valor; e, no final, uma avaliação honesta do que um exame de eletrólitos no sangue não consegue determinar.

O que você encontrará neste artigo

Esta visão geral mostra as faixas de referência típicas para adultos e o que as alterações podem significar em princípio. O que sempre importa é a faixa de referência do laboratório responsável pela análise, indicada no seu resultado — os métodos e as faixas variam entre os laboratórios:

Valor Faixa típica (adultos) Um valor baixo pode significar Um valor alto pode significar
Sódio aprox. 135–145 mmol/l Excesso de líquidos, perda de sal, medicamentos, distúrbio hormonal Desidratação, ingestão insuficiente de líquidos, desidratação
Potássio aprox. 3,5–5,0 mmol/l Diuréticos, diarreia, vômitos, laxantes Função renal comprometida, determinados medicamentos
Cálcio (total) aprox. 2,2–2,6 mmol/l Deficiência de vitamina D, paratireoides, albumina baixa Hiperfunção das paratireoides, outras doenças subjacentes
Magnésio aprox. 0,7–1,0 mmol/l Distúrbio de absorção, álcool, medicamentos, perdas elevadas Insuficiência renal, suplementos em altas doses
Cloreto aprox. 98–107 mmol/l Vômitos, alteração do equilíbrio ácido-base Desidratação, alteração do equilíbrio ácido-base

Um exame de eletrólitos no sangue responde a quatro perguntas de uma só vez — por isso faz parte dos exames-padrão em quase toda investigação laboratorial:

Água

Equilíbrio de líquidos

Principalmente o sódio mostra se há líquido demais ou de menos no seu corpo.

Rins

Função renal

Os rins controlam esse equilíbrio — alterações geralmente indicam como eles estão funcionando.

Coração

Coração e nervos

Potássio, cálcio e magnésio influenciam diretamente o ritmo cardíaco e os impulsos nervosos.

pH

Equilíbrio ácido-base

Sódio, potássio e cloreto juntos dão pistas sobre alterações no valor do pH.

A resposta curta: o que um exame de eletrólitos no sangue revela

Os eletrólitos no sangue dizem прежде de tudo algo sobre a regulação — não sobre a ingestão. Eles mostram se o seu corpo mantém o equilíbrio entre água e minerais e se os rins, os hormônios e a circulação estão trabalhando adequadamente em conjunto.

O corpo mantém esses valores dentro de uma faixa muito estreita. Enquanto a glicemia pode variar várias vezes ao longo do dia, o sódio normalmente varia apenas alguns por cento. É exatamente por isso que uma alteração é significativa: ela indica que a regulação chegou ao limite.

No entanto, a conclusão inversa não é válida. Um valor dentro do intervalo de referência não prova que o suprimento em todo o corpo esteja ideal. O nível no sangue é apenas um pequeno recorte: mais de 99% do cálcio e cerca de 99% do magnésio estão nos ossos e nas células, não no sangue.

Mensagem principal: os valores de eletrólitos no sangue são um indicador da regulação, não um registro da alimentação. Eles mostram quão bem o seu corpo mantém o equilíbrio — não quantos minerais você ingeriu.

Para você, leitora ou leitor, isso significa duas coisas: leve valores alterados a sério, mesmo que se sinta bem — e não considere valores normais uma autorização para ignorar sintomas importantes. Ambas as situações precisam ser avaliadas por um médico.

O que é medido nos eletrólitos do sangue?

O painel clássico de eletrólitos inclui sódio, potássio e cloreto. Dependendo da questão clínica, acrescentam-se cálcio, magnésio, fosfato e bicarbonato. Na prática, esses valores quase nunca são analisados isoladamente, mas como um conjunto, porque influenciam uns aos outros.

Em geral, a medição é feita no soro ou no plasma, ou seja, na parte líquida do sangue após a separação das células sanguíneas. A unidade costuma ser milimol por litro (mmol/l) — uma indicação da quantidade de partículas, não do peso. Alguns laboratórios também informam o cálcio em mg/dl.

Por que os valores devem ser sempre analisados em conjunto

Um único valor de eletrólito raramente é conclusivo. Um nível baixo de sódio acompanhado de potássio baixo aponta para um mecanismo diferente daquele de um nível baixo de sódio com potássio normal. Por isso, os especialistas em medicina laboratorial sempre interpretam o padrão, não o número isolado.

Além disso, geralmente são avaliados valores renais, como a creatinina e a taxa de filtração estimada (eGFR), porque os rins são os principais reguladores. A albumina também desempenha um papel, pois uma grande parte do cálcio no sangue está ligada a essa proteína.

Sangue, urina ou célula: três perspectivas diferentes

Os eletrólitos não são medidos apenas no sangue. A análise da urina mostra quanto o organismo está eliminando naquele momento — isso ajuda a diferenciar uma perda pelos rins de uma perda pelo intestino. Medições nas células, como no sangue total, às vezes são divulgadas, mas são menos padronizadas. Para o diagnóstico de rotina, a dosagem no soro continua sendo o padrão de referência.

Quais valores são considerados normais?

Os intervalos de referência descrevem a faixa em que se encontram os valores da maioria das pessoas saudáveis. Eles não são valores-alvo nem uma fronteira rígida entre “saudável” e “doente”, mas uma orientação estatística.

Na tabela acima, você encontra os intervalos típicos para adultos. Eles variam conforme o laboratório, o método de medição e o material da amostra — por isso, todo resultado confiável informa o intervalo de referência do próprio laboratório diretamente ao lado do resultado.

Um valor pouco abaixo ou acima do intervalo de referência não significa automaticamente uma doença — e um valor pouco dentro do intervalo não exclui uma alteração. O importante é interpretá-lo em conjunto com os sintomas, os medicamentos e os demais valores.

Além disso, a evolução ao longo do tempo é importante. Um único resultado é apenas um retrato do momento; só a comparação com resultados anteriores mostra se algo mudou. Por isso, se você faz exames regularmente, vale a pena guardar os resultados antigos e levá-los à consulta médica.

O que cada valor individual indica?

Cada eletrólito responde a uma pergunta um pouco diferente. Esta visão geral ajuda você a entender seu resultado linha por linha.

Sódio: o valor da água

Tecnicamente, o sódio é menos um indicador de sal do que de água. O nível de sódio descreve a proporção entre sódio e água no sangue — e, por isso, muitas vezes se altera sem que a ingestão de sal tenha mudado.

Um nível baixo de sódio geralmente ocorre devido ao excesso de água no organismo: após ingerir líquidos em excesso, durante o uso de medicamentos diuréticos, em doenças cardíacas, hepáticas ou renais ou em determinados distúrbios hormonais. Já um nível alto de sódio normalmente indica falta de líquidos — por exemplo, em pessoas idosas que bebem pouco.

Potássio: o valor do coração

O potássio é o eletrólito com efeito mais imediato sobre o coração. Tanto níveis muito baixos quanto muito altos podem causar alterações no ritmo cardíaco; por isso, valores de potássio alterados devem sempre ser avaliados por um médico o quanto antes.

Um nível baixo de potássio costuma ser causado por medicamentos diuréticos, diarreia persistente, vômitos repetidos ou laxantes. Um nível alto de potássio geralmente indica função renal reduzida ou o uso de determinados medicamentos para pressão arterial — mas às vezes também é um artefato de medição (veja abaixo).

Cálcio: o valor dos ossos e dos hormônios

O cálcio no sangue é rigorosamente regulado por hormônios — principalmente pela paratireoide e pela vitamina D. Por isso, um valor alterado de cálcio raramente é apenas uma questão alimentar; geralmente indica algo relacionado ao sistema hormonal.

Uma particularidade: cerca de metade do cálcio no sangue está ligada à albumina. Quando a albumina está baixa, o cálcio total também parece baixo, embora a fração biologicamente ativa possa estar normal. Por isso, quando há alterações, muitas vezes também se determina o cálcio ionizado ou se faz uma correção por cálculo.

Magnésio: o valor subestimado

O magnésio é frequentemente medido, mas é o valor com menor capacidade de indicar o estado geral de abastecimento. O motivo: apenas cerca de um por cento do magnésio do corpo está no sangue; o restante encontra-se nos ossos e nas células.

Por isso, o corpo mantém o nível sanguíneo estável por bastante tempo, liberando magnésio das reservas. Assim, um valor sérico normal não exclui uma deficiência leve nos tecidos — já um valor claramente reduzido é um sinal evidente e deve ser investigado por um médico.

Cloreto e bicarbonato: os parceiros do equilíbrio ácido-base

O cloreto e o bicarbonato são avaliados principalmente para identificar alterações no equilíbrio ácido-base. Vômitos frequentes, por exemplo, levam à perda de ácido gástrico e, consequentemente, a níveis baixos de cloreto. Na rotina diagnóstica, esses dois valores têm importância secundária para pessoas saudáveis, mas são muito importantes no ambiente hospitalar.

O que significam valores altos ou baixos demais?

Uma alteração é sempre um indício, nunca um diagnóstico concluído. Ela significa: há um desequilíbrio, mas a causa ainda precisa ser encontrada.

De modo geral, é possível distinguir quatro grupos de causas que são investigados em praticamente todo distúrbio eletrolítico:

Quatro grupos típicos de causas

  • Equilíbrio hídrico – ingestão excessiva ou insuficiente de líquidos, suor intenso, febre
  • Perdas pelo intestino ou pelos rins – diarreia, vômitos, diuréticos, doenças renais
  • Regulação hormonal – glândula adrenal, paratireoide, metabolismo da vitamina D, ADH
  • Medicamentos e preparações – remédios para pressão arterial, laxantes, suplementos em altas doses

Essa classificação também explica por que a avaliação médica raramente termina com uma segunda dosagem de eletrólitos. Geralmente, seguem-se perguntas sobre medicamentos e ingestão de líquidos, uma verificação da função renal e, dependendo da suspeita, um exame de urina ou a dosagem de hormônios.

Mensagem principal: Um valor alterado de eletrólitos é um indicador, não um diagnóstico. Ele mostra que a regulação está comprometida — a causa quase sempre está em outro lugar: hidratação, rins, hormônios ou medicamentos.

Quando os valores estão muito alterados — especialmente os de potássio e sódio — é preciso agir rapidamente, pois eles podem afetar o ritmo cardíaco e a função cerebral. Em geral, os laboratórios comunicam esses resultados diretamente ao consultório solicitante. Se você fizer um teste por iniciativa própria e observar alterações significativas, o próximo passo correto é marcar uma consulta médica em breve — não ajustar os suplementos por conta própria.

Por que um valor normal não exclui uma deficiência

Muitas pessoas ficam confusas quando apresentam sintomas claros, mas os níveis de eletrólitos não mostram alterações. Há uma explicação objetiva para isso: o corpo prioriza a concentração no sangue.

Quando a disponibilidade diminui, o organismo repõe o que falta a partir das reservas — no caso do cálcio e do magnésio, sobretudo dos ossos. Assim, o valor no sangue permanece estável por muito tempo, enquanto a reserva nos tecidos já diminui. Somente quando essa reserva se esgota o valor no sangue se torna anormal.

Além disso, há o efeito do retrato momentâneo. Um valor descreve o estado no momento da coleta de sangue. Um desequilíbrio que ocorre apenas durante o esforço — por exemplo, após uma corrida longa no calor — geralmente já não é detectável no laboratório na manhã seguinte.

Na prática, isso significa que, se houver sintomas e os eletrólitos estiverem normais, a investigação não chega ao fim, mas muda de direção. Explicações alternativas comuns para cansaço, cãibras e queda de desempenho são deficiência de ferro, deficiência de vitamina D, distúrbios da tireoide, falta de sono ou uma infecção não reconhecida.

Quando um exame de eletrólitos no sangue é indicado?

A dosagem de eletrólitos é sempre adequada quando sintomas, medicamentos ou doenças preexistentes tornam plausível um desequilíbrio. Já como simples controle de rotina, sem uma indicação específica, ela raramente é necessária em pessoas jovens e saudáveis.

Estas situações indicam a realização de uma medição:

Situações adequadas para fazer um exame de eletrólitos no sangue

  • Cãibras musculares recorrentes, fraqueza ou palpitações
  • Tratamento contínuo com medicamentos diuréticos ou outros medicamentos que afetam o equilíbrio
  • Doença renal, cardíaca ou hepática conhecida
  • Após diarreia ou vômitos prolongados com fraqueza persistente
  • Treino intenso de resistência com perda muito elevada de suor
  • Alimentação muito desequilibrada, fortemente restrita em calorias ou cetogênica
  • Antes de iniciar uma suplementação planejada, para não dosar por tentativa

Além disso, é recomendável não analisar os eletrólitos isoladamente. Se você já for fazer uma coleta de sangue, obterá muito mais informações se também forem medidos a vitamina D, a vitamina B12, a ferritina e determinados oligoelementos — pois são justamente esses valores que frequentemente explicam sintomas inicialmente atribuídos aos eletrólitos.

O que pode influenciar a medição

Os valores dos eletrólitos são sensíveis às condições da coleta e ao transporte do sangue. Quem quiser interpretar corretamente seus resultados deve conhecer esses fatores de influência.

Hemólise: o fator de interferência mais comum na medição do potássio

O potássio está predominantemente nas células sanguíneas. Se essas células forem danificadas durante a coleta ou o transporte, o potássio passa para o soro e o valor medido aumenta — sem que nada tenha acontecido no organismo. Os especialistas chamam isso de hemólise.

Por isso, um valor de potássio isoladamente elevado em pessoas sem sintomas costuma ser um artefato de medição e é verificado antes que qualquer consequência seja extraída. Na prática, isso significa: coleta cuidadosa, não apertar nem bombear excessivamente o punho e enviar a amostra rapidamente.

Hidratação e condições do dia

A quantidade de líquido ingerida no dia anterior, o quanto você suou e se está em jejum influenciam especialmente o sódio. Uma coleta de sangue feita logo após exercícios intensos ou depois de uma noite de excessos não representa seu estado normal.

Por isso, para obter resultados comparáveis, faça as medições sempre que possível em condições semelhantes, idealmente pela manhã, com hidratação normal e sem esforço físico excepcional no dia anterior.

Suplementos e medicamentos antes do teste

Suplementos alimentares em altas doses podem alterar o resultado. Quem quiser saber como estão seus valores sem o uso de suplementos deve esclarecer isso com orientação médica — já os medicamentos jamais devem ser suspensos por conta própria para a realização de um teste. Em vez disso, anote o que você toma e informe durante a conversa sobre os resultados.

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Em uma avaliação honesta: o potássio não está incluído neste teste. Quem precisa verificar especificamente o nível de potássio — por exemplo, durante o uso de medicamentos diuréticos ou em caso de palpitações — deve solicitar o exame com um médico. O motivo também é compreensível do ponto de vista da medição: o potássio reage de forma especialmente sensível à qualidade da amostra e, por isso, é preferível determiná-lo em condições controladas.

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Interpretação: o que um teste pode fazer — e o que não pode

Um exame de eletrólitos no sangue pode fornecer uma avaliação confiável da sua situação. Ele mostra se seus valores estão dentro do intervalo de referência, torna visíveis as alterações ao longo do tempo e evita que você tome suplementos por conta própria.

O que um teste não pode fazer: indicar a causa de uma alteração. Um nível baixo de sódio não informa se você bebeu água demais, se a causa é um medicamento ou se há um distúrbio hormonal por trás. Essa avaliação é precisamente trabalho médico.

Da mesma forma, um exame de sangue não consegue refletir a disponibilidade nos tecidos. Essa lacuna é maior no caso do magnésio; no caso do cálcio, o valor também depende da albumina. Quem tira precipitadamente uma decisão sobre a dosagem a partir disso pode se equivocar.

O benefício é maior quando você usa o resultado como base para a conversa: com números concretos, sua lista de medicamentos e uma descrição dos seus sintomas. Essa combinação leva você a uma resposta mais rapidamente do que qualquer valor isolado.

Conclusão

Os eletrólitos no sangue mostram como o organismo mantém seu equilíbrio interno. O sódio indica o equilíbrio de líquidos, o potássio está relacionado à excitabilidade do coração e dos músculos, o cálcio aos ossos e ao controle hormonal, o magnésio ao metabolismo celular e o cloreto ao equilíbrio ácido-base.

Como o organismo regula esses valores de forma muito rigorosa, qualquer desvio significativo é um indício sério de problemas nos rins, nos hormônios, nos medicamentos ou no equilíbrio de líquidos. Por outro lado, um valor normal não comprova uma nutrição ideal — especialmente no caso do magnésio, que fica armazenado em mais de 99% fora do sangue.

Na prática, isso significa: use os valores dos eletrólitos como orientação e como ponto de partida para uma conversa com um médico, não como autodiagnóstico. Quem faz medições regularmente deve observar condições comparáveis, considerar o intervalo de referência do próprio laboratório e guardar os resultados antigos — assim, um número se transforma em uma informação de verdade.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quais eletrólitos são determinados no sangue?
O que significa um nível de sódio baixo demais?
Por que meu nível de magnésio está normal apesar de eu ter cãibras?
Um valor elevado de potássio pode ser um erro de medição?
Preciso estar em jejum para fazer um teste de eletrólitos?
Por que os intervalos de referência variam entre os laboratórios?
Posso testar os eletrólitos do sangue sozinho em casa?
O que faço se um valor estiver fora do intervalo?

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Quais valores são relevantes e como interpretar corretamente o seu resultado.

Fontes

  1. Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) – valores de referência para a ingestão de sódio, potássio, cálcio e magnésio, além de fontes alimentares. dge.de
  2. Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA): Dietary Reference Values – valores de referência científicos para minerais e água. efsa.europa.eu
  3. Organização Mundial da Saúde (OMS): „Sodium reduction" – recomendação de menos de 5 g de sal (2 g de sódio) por dia para adultos. who.int
  4. Hew-Butler, T. et al. (2017): „Exercise-Associated Hyponatremia: 2017 Update" (Frontiers in Medicine) – alterações de sódio durante exercícios de resistência. frontiersin.org
  5. Sociedade Alemã Unida de Química Clínica e Medicina Laboratorial (DGKL) – sociedade especializada em diagnóstico laboratorial, intervalos de referência e pré-analítica. dgkl.de
  6. IQWiG / gesundheitsinformation.de – informações gerais e acessíveis sobre exames laboratoriais e avaliação médica. gesundheitsinformation.de

As informações sobre valores de referência e fontes alimentares baseiam-se em [1] e [2]; as afirmações sobre o consumo de sal e sódio, em [3]; a classificação das alterações de sódio durante exercícios de resistência, em [4]; as orientações sobre intervalos de referência e pré-analítica seguem [5]; e as orientações gerais sobre avaliação médica, [6]. Os intervalos numéricos mencionados são valores de referência típicos para adultos — o que importa é sempre o intervalo de referência do laboratório responsável pela análise. As informações relacionadas aos produtos da mybody® (preço, tipo de amostra, tempo de processamento, marcadores) são provenientes da respectiva página do produto em mybody-x.com e podem mudar.

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Equipe editorial e técnica da mybody®

Diagnóstico laboratorial Interpretação de análises de sangue Ciência da nutrição Nutrigenética

Este artigo foi elaborado pela equipe editorial e técnica da mybody®, que reúne conhecimentos especializados em diagnóstico laboratorial, interpretação de análises de sangue, ciência da nutrição e nutrigenética. Saiba mais sobre nossa equipe na página editorial e de autores.

Publicado em 27 de julho de 2026 · Última atualização em 27 de julho de 2026

Aviso médico: este artigo serve para fins de informação geral e não substitui orientação, diagnóstico ou tratamento médico. Os resultados laboratoriais devem sempre ser interpretados no contexto da sua situação pessoal. Em caso de resultados alterados, palpitações, confusão ou sintomas persistentes, procure uma médica ou um médico.

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